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Alto Taquari| Com déficit mensal, agência dos Correios corre risco de fechar


Com informações do Agora MT

A agência dos Correios em Alto Taquari – MT, pode fechar por déficit financeiro segundo representante do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios, Telégrafos e Serviços Postais de Mato Grosso (Sintect-MT), Jonas Oliveira. Outro ponto que pode ocasionar o encerramento das atividades da agência, são as ondas de assaltos que aconteceram em 2016/2017.

A falta de segurança para os servidores da agência fez com que funcionários pedissem afastamento e até desligamento da empresa, com isso o atendimento ao público e a pouca demanda de pessoas trabalhando, prejudicou até o atendimento à população e a entrega nas correspondências.

De acordo com os moradores de Alto Taquari, de seis funcionários efetivos, restaram apenas dois trabalhando na agência, sendo um atendente e um carteiro. “A maioria dos funcionários já não estão mais trabalhando, uns foram remanejados, outros exonerados e o pior é que Os Correios não manda ninguém para ficar no lugar deles. As entregas demoram demais, a população está ciente, creio que daqui a pouco tudo será privatizado do jeito que eles querem”, explica o morador que não quis se identificar.
A Agência dos Correios de Alto Taquari atende no horário de Brasília, sendo das 09h às 11h e das 13h30 às 18h.

Caso a população não consiga receber as correspondências em dia, o morador pode se deslocar até a Agência dos Correios, munido de um documento com foto para fazer a retirada.

No Brasil

Ainda sem certeza, um tramite que corre em sigilo é a decisão dos Correios no fechamento de 513 agência no território nacional. A mudança vai resultar na demissão de 5.300 funcionários. A decisão tem a proposta de enxugamento de custos na estatal, no valor de R$ 190 milhões.

A decisão teria sido tomada em fevereiro, em reunião da diretoria dos Correios que envolveu até mesmo acordos de confidencialidade. O enxugamento estaria marcado para começar nos próximos meses, com o segredo em torno da questão, algo que não é comum em encontros dos dirigentes da estatal, tendo a ver com o grande número de funcionários atingidos.