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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Brasil| Fiocruz cria app para pesquisar doenças e monitorar animais silvestres

Em tempo de uso crescente da tecnologia para soluções de problemas da sociedade, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) conta com a população para ajudar no combate de doenças no Brasil e na coleta de informações por meio do uso de um aplicativo gratuito e disponível no Google Play.
A bióloga Márcia Chame, que está à frente de um projeto de biodiversidade da Fiocruz, informou que, para ampliar a base de dados utilizados nas pesquisas, é preciso aumentar os meios de monitoramento das informações. Com o aplicativo, os especialistas recebem os dados regionais diretamente das populações.
“Acreditamos que a sociedade é parte do processo. Por isso, desde 2005 começamos a desenvolver um aplicativo em que qualquer pessoa no país pode nos ajudar no monitoramento de animais silvestres. Não só macacos, mas carnívoros, roedores e todo tipo de animais”, disse.
O aplicativo permite receber uma série de registros, inclusive fotos. “Ele funciona off line, de modo que no meio do campo há um georreferenciamento. As pessoas podem checar seus dados no mapa disponível e atrás dessas informações temos esses modelos.”

A febre amarela é uma doença que veio da África há muito tempo e hoje alarma a população do BrasilDivulgação/Prefeitura de Pitangueiras (SP)
A professora acrescentou que, embora exista a sensação de que a febre amarela é uma doença nova no Brasil, ela veio da África há muito tempo e hoje alarma a população. Assim como a febre amarela veio de fora, a movimentação atual de pessoas no mundo pode levar o vírus para diversos lugares.
Vetores
“Em 24 horas, uma pessoa pode sair da China, pousar em Paris e depois seguir para o Brasil”, comentou a bióloga sobre o que classificou de compartilhamento de doenças e de agentes infecciosos com outros animais. “Isso faz parte da biodiversidade”.
A pesquisadora destacou ainda que existem alterações genéticas de vetores e parasitas e, com isso, todos os organismos vão se adaptando. A dinâmica, conhecida há 20 anos, hoje pode ser completamente diferente. Márcia descartou que o Brasil esteja atravessando uma epidemia de febre amarela. 
Conforme a especialista, o que ocorre são surtos distribuídos. Ela afirmou que os macacos são hospedeiros extremamente favoráveis à doença. Com 118 espécies do animal, o Brasil é o país que mais tem espécies de primatas no mundo. "Todas as nossas espécies são suscetíveis à febre amarela. Isso mão significa que não exista febre amarela vírus em outras espécies. Precisamos estudar mais isso.”
De acordo com Márcia Chame, o que se vê hoje no Brasil é um ciclo silvestre. Ela analisou o cenário do local onde morava o homem que morreu da doença em Casimiro de Abreu, município do Rio de Janeiro, e constatou que a paisagem é uma clareira no meio da floresta. “É uma área quase circular, onde foi feita uma plantação. Para o mosquito é uma área natural. Com uma diferença, havia uma oferta de sangue humano da família que morava ali.”
Estudos
Para a pesquisadora, as áreas de declives determinam andares diferenciados de florestas e as espécies se distribuem nos andares. Há macacos que ficam mais no alto das árvores e outros em níveis mais baixos. Os mosquitos acompanham esses níveis. Com isso, as pessoas acabam sendo alvo dos mosquitos infectados e levam os vírus para outros locais. “As pessoas entram nas florestas e cada vez mais as populações avançam nessas áreas”, disse.
Segundo Márcia Chame, são muitos os fatores para o surgimento da febre amarela, porque os ciclos são complexos, especialmente pela variedade nas espécies de macacos e mosquitos. Os estudos mostram que, desde 1980, a cada sete anos surge um ciclo novo de febre amarela.
“O que se tem de dados é que os ciclos coincidem com o restabelecimento das populações de bugios [macacos]. A febre amarela entra em determinado lugar e mata os bugios suscetíveis. Os que conseguem resistir ficam imunes, como as pessoas. Para que tenha uma nova população com indivíduos suscetíveis, essa população tem de se repopular. Isso vai demorar uns sete anos.”
Para os pesquisadores, a febre amarela é uma doença do diaOMS/ONU
Márcia Chame informou que a Fiocruz trabalha com uma base de dados relativa ao período entre 2000 e 2016, com análise de 620 casos, utilizando um cruzamento de informações de diversos órgãos. Os estudos também mostraram que um período importante de seca, antes do início das chuvas, favorece um número maior de mosquitos. “É como se todos os ovos dos mosquitos estivessem esperando uma chuva favorável [para eclodir]”. Depois dessa etapa, eles se dispersam e acabam atacando macacos, que, por causa da seca, fugiram para outras regiões a procura de alimentos.
Ação do mosquitos
Para o professor Ricardo Lourenço, pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), os principais transmissores de febre amarela são os mosquitos Haemagogus leucocelaenus, que têm o corpo preto e patas em listras, e o Haemagogus janthinomys, com corpo brilhoso e colorido e patas sem listras. Lourenço revelou ainda que eles não atuam à noite.
“Febre amarela é uma doença do dia. Mosquitos não picam à noite. São brilhosos e se orientam pelo reflexo da luz nas escamas brilhosas. São mosquitos diurnos e transmitem [a doença] durante o dia. Podem picar humanos dentro da floresta ou fora dela”.
O professor esclareceu que normalmente somente as fêmeas transmitem a doença, mas pode ocorrer a transmissão por machos nascidos de fêmeas infectadas.
Lourenço afirmou que equipes da Fiocruz estão fazendo controle de mosquitos com a instalação de armadilhas nas árvores de Casimiro de Abreu. O material é coletado e analisado no laboratório do IOC por uma equipe de 42 pessoas. Com as análises, é possível identificar os tipos de mosquito da região e checar ainda a quantidade de mosquitos com a distinção entre machos e fêmeas.
Infecção
O professor André Siqueira, infectologista do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fiocruz, informou que, no caso da febre amarela, pode haver o registro de pessoas infectadas com quadro bem leve. Segundo Siqueira, a partir da infecção há o período de incubação de três a seis dias em que o vírus está no organismo, mas ainda não se manifestou. Depois tem o período de infecção em igual período quando o vírus está se replicando no organismo em grande quantidade.
É nesse momento que surge a febre acima de 40 graus, associada às dore de cabeça, costas e tonturas. Em seguida, o paciente pode passar por um tempo de melhora entre duas a 24 horas. Após essa etapa, podem surgir complicações com as infecções no fígado, a dor no estômago que podem evoluir até a morte em algumas situações. Com informações da Agência Brasil. 

Foco e Fé| 666 - vigie contra a Besta!

666. O número da Besta no livro de Apocalipse. Mas o que significa? Quem é a Besta? Como podemos nos proteger? A Bíblia dá as respostas...

O número da Besta na Bíblia

Apocalipse 13:18 é a única passagem da Bíblia que fala sobre o número da Besta. Esse número, ou o nome da Besta, seria marcado na mão ou na testa de todos os adoradores da Besta.
"Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis." Apocalipse 13:18
A Besta é retratada na Bíblia como um monstro terrível que vai surgir quando o fim está perto. Monstros na Bíblia podem representar pessoas (reis, líderes...), nações ou seres espirituais. Apocalipse não diz o que a Besta é mas ao menos seu número é número de homem.
A Besta fará muitos sinais milagrosos e enganará muitas pessoas, recebendo adoração. Todos seus seguidores receberão a marca da Besta e ninguém poderá comprar nem vender nada sem essa marca. Aqueles que se recusam a adorar a besta serão perseguidos mas, no fim, a Besta e todos que receberam a marca da Besta serão destruídos por Jesus e condenados ao fogo eterno. Todos que resistiram à Besta e se mantiveram fiéis a Jesus serão recompensados.

O que 666 significa?

A Bíblia não explica o que 666 significa. Apenas nos desafia a calcular o número...
Ao longo da História, muitas coisas e pessoas foram identificadas como a besta e muitos cálculos foram feitos para mostrar sua relação com o número 666. Imperadores, ditadores, países, ideologias, códigos de barras, chips eletrônicos... até a internet já foi relacionada com o número 666 por algumas pessoas! Quem está certo?
A resposta pode ainda não ter sido revelada mas podemos saber uma coisa com certeza: o 666 está relacionado com alguém que é adorado por muitas pessoas como um deus e que domina sobre grande parte do mundo. Quando essa pessoa for revelada, seu nome estará intimamente ligado com o número 666.

A lição da marca da Besta

Podemos não saber o significado exato do número 666 mas podemos aprender uma lição valiosa com ela. Não devemos adorar outros deuses.
Ser fiel a Jesus nem sempre é fácil. O relato de Apocalipse fala sobre perseguição a todos os níveis a quem não adora a Besta - prisão, exclusão, morte. Quem ama Jesus pode até ser penalizado financeiramente. Adorar outros deuses pode até parecer a decisão mais acertada mas é uma armadilha. No fim, a idolatria leva ao inferno.
Você não precisa identificar a marca da Besta para a evitar. Basta evitar a idolatria. Se qualquer coisa ou pessoa se está tornando mais importante que Deus em sua vida, é um ídolo. Ponha sempre Deus em primeiro lugar e você ficará protegido da maldição da Besta.
"Seja fiel até a morte, e eu lhe darei a coroa da vida." Apocalipse 2:10

Economia| Consumidor deve ficar atento a fatores que influenciam preço da energia

Diversos fatores podem influenciar a conta de luz e o consumidor deve estar atento às informações do setor para se programar e tentar economizar quando as condições estiverem menos favoráveis, como na vigência da bandeira vermelha, por exemplo, que encarece o preço da energia. 
A fatura de eletricidade é composta por diversos itens, como o custo da geração de energia, da transmissão, além de impostos e encargos. Todos os anos, ela passa pelo processo de reajuste, que tem como objetivo corrigir os preços cobrados pelas distribuidoras. A cada quatro anos, em média, ocorre a revisão tarifária, quando são revistas as regras de cálculo das tarifas e a transferência dos ganhos de produtividade das distribuidoras. No ano em que há a revisão tarifária, não é aplicado o reajuste anual.
Tanto os reajustes quanto as revisões tarifárias são definidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Recentemente, a agência tem estabelecido alguns percentuais negativos de reajustes, ou seja, o preço da energia para os clientes de algumas distribuidoras têm caído em vez de aumentar. Isso acontece quando a Aneel faz um ajuste dos valores que foram estimados no processo tarifário anterior.
Bandeiras
Além dos reajustes nas tarifas, desde 2015 a conta de luz sofre o impacto das bandeiras tarifárias, que refletem o custo de geração da energia. Quando chove menos, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas.
Em abril, a bandeira tarifária em vigor é a vermelha patamar 1, que significa um adicional de R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
O presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales, explica que a bandeira tarifária não é um pagamento adicional, porque os consumidores já pagavam pelo uso das termelétricas, mas isso entrava no cálculo dos reajustes anuais. “Não é um pagamento adicional, é apenas mais alinhado no tempo com a realidade. Se você está acionando mais termelétricas hoje, está fazendo o pagamento tempestivamente, com a bandeira amarela ou vermelha.”
Indenizações
Outro fator que deverá aumentar a conta de energia nos próximos anos é o pagamento de indenizações às transmissoras de energia. O total, de R$ 62,2 bilhões, será pago pelos consumidores em oito anos. Em 2017, o impacto será de 7,17%, segundo a Aneel.
Conta de luz com aviso de bandeira vernelha Arquivo/Agência Brasil
Essa indenização será necessária para remunerar os ativos das transmissoras de energia elétrica. A remuneração é uma gratificação paga pelos investimentos feitos pelas empresas que renovaram suas concessões antecipadamente em 2012, mas só recentemente a Aneel definiu como será feito o ressarcimento.
“Do ponto de vista do consumidor, isso é um incômodo absolutamente indesejável, mas é vital para a sobrevivência das empresas”, avalia Sales, lembrando que a indenização é uma consequência da Medida Provisória 579, que em 2012 determinou a renovação antecipada das concessões do setor elétrico.
Desconto
Por outro lado, os consumidores terão um alívio nas contas de luz de abril por causa da devolução de valores cobrados a mais no ano passado. Os percentuais de redução na tarifa que será aplicada em abril variam de 0,95% a 19,47% para 90 distribuidoras. 
A devolução vai ocorrer porque o custo da energia proveniente da termelétrica de Angra 3 foi incluído nas tarifas do ano passado, mas a energia não chegou a ser usada porque a usina não entrou em operação. O valor total a ser devolvido será de R$ 900 milhões.

Noticias ao minuto 

Política| Lula levou proposta a Cuba, diz delator

O executivo da Odebrecht João Carlos Mariz Nogueira relatou em delação premiada ter presenciado, em 2014, em Cuba, conversa entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o representante do Itamaraty Marcelo Câmara, na qual o petista teria afirmado ter levado ao presidente cubano, Raúl Castro, uma proposta da empreiteira que ajudaria a viabilizar uma linha de crédito para a construção de uma zona franca industrial. A obra seria um anexo do Porto de Mariel, que também foi construído pela Odebrecht. O negócio, porém, não foi levado adiante.
O ex-presidente estava no país para ministrar palestras que contavam com financiamento da construtora. O delator diz ter acompanhado e instruído Lula a fazer a proposta em reunião com o então enviado do Itamaraty Marcelo Câmara. Ao fim da passagem pela ilha, o petista teria dito ao representante do Ministério das Relações Exteriores que Castro gostou da proposta elaborada pela Odebrecht.

Em 2015, uma reportagem da revista Época revelou que um telegrama foi enviado por Câmara ao Brasil, indicando que Lula teria tratado sobre a proposta da empreiteira com o líder cubano e que, em seguida, falaria sobre o assunto com a então presidente Dilma Rousseff.
Segundo o delator, após a conclusão do Porto Mariel, o governo cubano havia "provocado" a Odebrecht para construir uma zona franca industrial no país. No entanto, havia restrições do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a respeito da obra. Para liberar os créditos, segundo o executivo, o banco exigia o "robustecimento das garantias".
"Como eu era diretor de crédito à exportação, coube a mim explicar ao ex-presidente Lula as alternativas que nós vislumbrávamos - nós, Odebrecht - para contribuir a questão das garantias. Tínhamos vislumbrado quatro ou cinco alternativas para essas garantias", relatou.
Reunião. As instruções teriam sido passadas pelo executivo da Odebrecht ao ex-presidente já na viagem a Cuba, na mesma época em que Lula teria dado palestras na ilha financiadas pela empreiteira. Em uma reunião no hotel Meliá, em Havana, com a presença do representante da Embaixada brasileira e diretores da Odebrecht, o petista teria pedido uma "atualização" de "quais são os investimentos".
"Quando se tratou o tema das garantias, eu fiz a exposição pra ele. Ele entendeu e eu pedi que pudesse explicar ao presidente Raúl Castro e a Dilma Rousseff e, adicionalmente, pedi um dialogo direto entre os líderes. Estávamos propondo objetivamente algumas soluções sendo que duas ou três delas a gente participava. Havia um interesse empresarial objetivo", relatou.
Uma das proposições para a viabilização das linhas de crédito pelo BNDES envolvia a compra de nafta - matéria-prima para a indústria petroquímica - pela Braskem, do grupo Odebrecht. De acordo com Mariz Nogueira, a empresa poderia comprar nafta cubana "e depositar parte do dinheiro devido a Cuba em uma conta garantia para acessar o financiamento brasileiro".
O executivo enxergava dificuldade de aprovação do BNDES, que não queria que a "conta garantia ficasse em Cuba", e por isso, alega ter pedido ao ex-presidente para haver um "acordo para destravar a questão".
"Eu me lembro que o presidente Lula quando estava embarcando ou prestes a embarcar no avião, conversou com esse representante da Embaixada Marcelo Câmara e disse: ‘eu conversei com o presidente Raúl Castro, ele gostou da alternativa nafta’... Que nós compraríamos a nafta cubana", conclui o delator. Ele ainda diz ter ouvido de Lula que "conversaria com a presidente Dilma" sobre o assunto.
Mariz Nogueira relatou que o projeto acabou não sendo levado em frente porque "os cubanos voltaram a insistir em garantia soberana, ou em conta dentro de Cuba", e ainda avaliou que a Odebrecht teria sido surpreendida pelos "problemas de produtividade" da nafta em Cuba.
Defesas. O Estado entrou em contato com a defesa de Lula, mas não obteve resposta. A reportagem também tentou contato com Marcelo Câmara, mas ele não foi localizado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Brasil| Faltam cinco dias para eleitor que não votou nas últimas eleições regularizar situação

Restam cinco  dias para o eleitor, que não votou e não justificou a ausência nas três últimas eleições ou não pagou as multas correspondentes, regularizar sua situação perante a Justiça Eleitoral. O prazo para isto termina dia 2 de maio. Após essa data, os eleitores nessa condição que não estiverem regulares, correm o risco de ter o título cancelado.
Em todo o país, mais de um milhão de eleitores (1.897.640) estão com seus títulos irregulares por ausência nas três últimas eleições. Na cidade de São Paulo (SP), esse número chega a 118.837 eleitores, no Rio de Janeiro (RJ) o total é de 119.734, em Belo Horizonte (MG) são 26.570, em Salvador (BA) esse número é de 31.263, e em Porto Alegre (RS) 18.782. Para conferir todos os municípios, clique aqui.
A legislação considera cada turno de votação um pleito em separado para efeito de cancelamento de título. O cancelamento automático do título de eleitor ocorrerá de 17 a 19 de maio de 2017.
O parágrafo 6º do Provimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 1/2017 estabelece que “será cancelada a inscrição do eleitor que se abstiver de votar em três eleições consecutivas, salvo se houver apresentado justificativa para a falta ou efetuado o pagamento de multa, ficando excluídos do cancelamento os eleitores que, por prerrogativa constitucional, não estejam obrigados ao exercício do voto”.
Assim, os eleitores com voto facultativo (analfabetos, eleitores de 16 a 18 anos incompletos e maiores de 70 anos) ou com deficiência previamente informada à Justiça Eleitoral não necessitam comparecer ao cartório para regularizar a sua situação.
O que levar 
Para fazer a regularização, o eleitor deverá apresentar no cartório eleitoral documento oficial com foto, comprovante de residência e, se possuir, título eleitoral e os comprovantes de votação, de justificativa ou de quitação de multa.
Pesquisa
O cidadão pode consultar sua situação perante a Justiça Eleitoral por meio de pesquisa na aba Eleitor no link “Consulta por nome”, entre outros tópicos, localizada na barra verde superior da homepage do Portal do TSE ou no site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado. Pode ainda ir ao cartório eleitoral e solicitar essa informação.

EM,BB/RC