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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Tecnologia| Falso visualizador de conversa do WhatsApp tem mais de 1 milhão de cliques

Uma ameaça digital promete uma falsa funcionalidade de visualizador de conversa para o WhatsApp, alertou a empresa de segurança ESET nesta terça-feira (6). Ela diz permitir ao usuário ver com quem seus contatos estariam se comunicando, mas o objetivo é inscrever o número de celular do usuário em um serviço de SMS Premium, nas quais as mensagens de texto são pagas. Em duas semanas, a campanha já obteve 1,2 milhão de cliques somente no Brasil.

Na ação, o usuário recebe um link no qual promete ativar a nova funcionalidade. "Descubra com quem seus contatos estão conversando agora", diz a mensagem enganosa.

Ao clicar, o usuário é direcionado para uma página maliciosa, onde é induzido a compartilhar o falso link com seus contatos para ativar o recurso. Em seguida, a vítima é redirecionada para uma plataforma de publicidade contratada pelo cibercriminoso, onde é levada a se inscrever no serviço de SMS Premium para liberar o acesso ao visualizador de conversas.

De acordo com o levantamento da ESET, a campanha teve início em 18 de novembro e já atingiu 1,5 milhão de pessoas no mundo todo. O Brasil é o país mais atingido até o momento.

O número de golpes aplicados pelo WhatsApp tem aumentado de forma significativa nos últimos meses. A ESET identificou neste ano nove tipos de golpes tendo o aplicativo como principal vetor de propagação. Grande parte deles tem como intenção inscrever os usuários em serviços de mensagens pagas.

A principal recomendação aos usuários é não clicar em links suspeitos e instalar aplicativos de antivírus em seus smartphones.

Burlando o "check azul"
Desde 2014 que o WhatsApp emprega um sistema de verificação de leitura de mensagens, mas que funciona apenas entre as duas pessoas de uma conversa privada dentro do app. Ele é conhecido pelas duas setas azuis que aparecem ao final de cada mensagem; se elas aparecerem, é porque o remetente leu a mensagem.

Quem não gosta desse recurso e quer preservar sua privacidade pode desabilitá-lo. Em um celular com sistema Android, basta ir em Configurações > Informações da Conta > Privacidade e desmarcar a opção "Confirmação de leitura".

Para iPhone, basta ir em Configurações > Conta > Privacidade > desmarcar a opção "Recibos de leitura".


No entanto, se você desativar as confirmações de leitura, você também deixará de receber as confirmações de leitura de outras pessoas.

Uol

Esporte| Procuradoria do Brasil quer investigar papel da Lamia em tragédia da Chape

A Procuradoria-Geral da República do Brasil atuará junto a órgãos fiscalizadores da Bolívia e Colômbia para tentar evitar que a tragédia da Chapecoense se repita a impunidade do caso Gol. Para isso, faz reunião hoje com órgãos de fiscalização da Bolívia e da Colômbia para investigação conjunta. E um dos focos para a procuradoria é a atuação dos controladores da Lamia no acidente.

De origem boliviana, o avião da Chapecoense caiu na Colômbia próximo do aeroporto de Medelín e a principal suspeita é pane seca. Morreram 71 pessoas, sendo a maioria de brasileiros.

No encontro de hoje, o primeiro passo será tentar se estabelecer as bases da investigação conjunta dos órgãos de Bolívia, Colômbia e Brasil para dar mais velocidade ao caso. Se não houver acordo, podem ocorrer apurações em separado. Encerrada a investigação conjunta, aí haveria uma definição da jurisdição de em qual país seria executado o processo.

''Uma força-tarefa fará a cooperação ter muito mais velocidade. Foi o que aconteceu no acidente do avião da Malásia na Ucrânia'', contou o procurador regional, Vladimir Arias. ''Depois se escolheria a jurisdição que fosse mais fácil administrar a justiça.'' Ele entende ser mais provável que seja a Bolívia ou a Colômbia.

A reunião entre os órgãos de fiscalização dos três países ocorrerá em Santa Cruz de La Sierra. Só a partir daí que os procuradores brasileiros terão acesso à investigação já feita nos outros países, que está mais avançada na Colômbia, local do acidente.

O procurador, no entanto, já aponta caminhos prováveis para a investigação das causas dos acidentes e dos possíveis envolvidos. Segundo ele, é preciso se determinar quem teve atuação que levou a causa do acidente.

''É uma cadeia de responsabilidades que tem que ser apurada. O pessoal em terra que tomou decisões, não só os pilotos (que morreram). Donos da empresa que viabilizaram o voo. Porque se os donos tomaram decisões que concorreram para o resultado (acidente do avião) podem ser responsabilizados'', analisou.

''Em uma hipótese, se os donos da companhia tinham dado ordem para economizar e voar sempre no limite, tinham responsabilidade evidente.''

Os donos da Lamia eram o piloto Miguel Quiroga, que morreu, e o diretor-geral é Gustavo Vargas. Há ainda uma ligação com empresário Ricardo Albacete, venezuela, que  alugava aviões, mas nega ter relação com a empresa boliviana.

Outro foco são os funcionários da agência boliviana de aviação que liberaram o voo. Isso inclui a funcionária Celia Castelo Monasterio, que atuou na fiscalização do plano de voo e pediu refúgio no Brasil por se considerar ameaçada, e está em Corumbá.

''Ela hoje está com o pedido de refúgio que será analisado pelo Ministério da Justiça. Mas pode se transformar em fugitiva'', disse Arias.

O procurador explicou que, pela legislação brasileira, seriam investigados crimes que iriam de botar uma aeronave em perigo (artigo 261 do código penal) a até homicídio doloso eventual. ''Porque a pessoa assume o risco de um resultado com seu ato. É como se uma pessoa dirigisse embriagada, de olhos fechados, em alta velocidade. Ou atira em uma sala cheia de gente'', comparou.


O resultado do processo criminal também pode servir de fundamento para ações cíveis com pedidos de indenização por parte dos familiares das vítimas. A grande preocupação da procuradoria é evitar a impunidade como ocorrida no ''caso GOL''. Pilotos norte-americanos que pilotavam um jato que se acidentou com a avião da companhia foram condenados pela Justiça do Brasil, mas estão fora de alcance nos EUA. ''É um mau exemplo que não gostaria que se repetisse'', completou Arias.

Uol 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Foco e Fé| 6 lições que a Bíblia nos ensina sobre perdão

O perdão é muito importante na Bíblia. Perdão revela o amor da Deus e é a solução para muitos problemas. Estas são 6 lições importantes da Bíblia sobre o perdão:

1. Deus perdoa

“Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo.” Efésios 4:32      
 
Deus perdoa cada pessoa que se arrepende e aceita Jesus como seu salvador. Não importa quantos pecados você cometeu, nem o tamanho deles – Deus perdoa tudo! Quando você perdoa, você imita Jesus.

2. Perdão traz libertação

“Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados!” Salmos 32:1      
 
Não há nada melhor do que se sentir perdoado, livre de toda culpa! O perdão de Deus liberta da condenação. O perdão também é um ato de libertação para a pessoa que perdoa: libertação do peso do rancor.

3. Quem ama perdoa

“Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados.” 1 Pedro 4:8     
  
Você perdoa a quem ama porque o amor é incondicional. Perdoar não é aceitar que a pessoa lhe faça mal. Perdoar é resolver a situação sem guardar rancor, entendendo que o ofensor é um pecador como você, que precisa de Jesus.

4. Quem é perdoado ama

“Portanto, eu digo, os muitos pecados dela lhe foram perdoados; pois ela amou muito. Mas aquele a quem pouco foi perdoado, pouco ama.” Lucas 7:47  
     
Perdão gera gratidão. Quando uma pessoa entende que foi perdoada, mesmo sem merecer, vai amar quem lhe ofereceu perdão.

5. Perdão não tem limites

“Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: ‘Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?’ Jesus respondeu: ‘Eu digo a você: Não até sete, mas até setenta vezes sete’.” Mateus 18:21-22  
     
Você vai perder a conta muito antes de chegar a 490 vezes! O perdão de Deus não acaba; o seu também não deve.

6. Perdão gera mais perdão

“Pois, se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também perdoará vocês. Mas, se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não perdoará as ofensas de vocês.” Mateus 6:14-15       

Se você realmente entende o perdão de Deus, você vai perdoar outras pessoas. Falta de perdão é falta de compreensão do amor de Deus. Quando Deus perdoa, você perdoa. Quando você perdoa, Deus perdoa e outros aprendem a perdoar!


Você já sentiu o perdão de Deus?

Biblia on

Brasil| Anac deve aprovar na semana que vem fim da bagagem grátis em voos

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) deve aprovar na semana que vem as novas normas do setor aéreo que têm como ponto mais polêmico o fim do transporte grátis de bagagem para todos os passageiros.

As novas regras vão permitir que as empresas passem a cobrar pelo despacho de bagagem em todos os voos nacionais e internacionais. Atualmente, cada passageiro pode levar uma mala de 23 kg nas viagens dentro do Brasil e até duas malas de 32 kg para voos para o exterior.

Se a norma for mesmo ratificada pelo conselho da agência, os passageiros terão direito a levar, gratuitamente, apenas a bagagem de mão. O limite máximo, no entanto, deve passar dos atuais 5 kg para 10 kg.

A proposta foi divulgada pela Anac em março. Os passageiros tiveram dois meses para apresentar propostas de alteração das normas. Depois de debates internos na Anac, a resolução deve ser votada pelo conselho da agência na próxima semana.

Mudança gradual

Segundo a minuta da resolução que deve ser votada na próxima semana pela Anac, o fim do despacho grátis de bagagem só deve valer a partir de outubro de 2018. Até lá, deve ocorrer uma redução gradual.

Os voos domésticos continuam até outubro de 2018 com o limite de uma mala de até 23 kg.
Voos para América do Sul e Central terão direito a uma mala de 23 kg.
Demais destinos internacionais mantêm a permissão de duas malas, mas com peso máximo de 23 kg em vez dos 32 kg atuais.
A partir de 1º de outubro, os passageiros de todos os voos, nacionais e internacionais, terão direito a apenas uma mala de 23 kg.
Um ano depois, a partir de 1º de outubro de 2018, as franquias de bagagem despachada passam a ser livremente estabelecidas pelas companhias aéreas.
Indenização

A resolução prevê que, caso uma bagagem seja extraviada, as companhias aéreas passem a ser obrigadas a pagar uma indenização imediata aos passageiros no valor de 100 DES (Direito Especial de Saque), que hoje equivale a R$ 469,77. Em voos internacionais, o ressarcimento de despesas pode ser feito em até 14 dias com um valor máximo de 1.131 DES, o equivalente a R$ 5.313.

Caso o passageiro leve itens de valor que superem os limites de indenização, terá o direito de fazer uma declaração de valor para receber a indenização mais rapidamente.

Quando um passageiro não puder embarcar porque a empresa vendeu mais passagens do que assentos disponíveis, o chamado overbooking, a empresa deve procurar por voluntários para embarcar em outro voo mediante compensações negociadas entre as partes. Se mesmo assim um passageiro não conseguir embarcar, a indenização será de 150 DES (R$ 704) para voos nacionais e 400 DES (R$ 1.879) para voos internacionais.

Alteração pelo passageiro

As novas regras determinam que as empresas coloquem à disposição dos passageiros pelo menos uma opção de bilhete com multa máxima de 5% do valor total pago em caso de cancelamento ou alteração da passagem.

Outra mudança é que o passageiro poderá desistir da compra da passagem, sem qualquer multa, em até 24 horas da confirmação de compra. A possibilidade só é válida para passagens adquiridas com, no mínimo, sete dias de antecedência.

Além disso, em casos de grafia errada do nome do passageiro no bilhete, a passagem terá de ser corrigida gratuitamente antes de o cartão de embarque ser impresso.

O projeto previa, ainda, a permissão para a transferência da passagem para outro passageiro. No entanto, esse é um dos pontos que deve ser vetado. O temor é que se crie no Brasil um mercado paralelo de passagens aéreas.

Atrasos e cancelamentos

Em caso de atrasos e cancelamentos, as companhias aéreas continuam sujeitas a prestar assistência aos passageiros. No entanto, essa obrigação ocorrerá somente nos casos nos quais a culpa pelos transtornos for da própria companhia. Em casos de fechamento prolongado dos aeroportos por má condições do clima, as companhias ficam isentas de responsabilidade.

“Em caso de força maior imprevisível ou caso fortuito não imputável ao operador aéreo que cause a interrupção total do serviço no aeroporto da origem ou do destino do voo, o transportador poderá suspender a assistência material, caso o evento se prolongue por um período superior a 24 horas, salvo se o passageiro se encontrar em aeroporto de escala ou conexão”, diz a minuta da resolução que deve ser votada na próxima semana.

Apoio das companhias

As mudanças têm sido fortemente defendidas pelas principais companhias aéreas que operam no Brasil. “Apesar de ser um setor internacional, sem fronteira, ainda tem regras muito rígidas quando comparado ao resto do mundo. Grande parte da nossa demanda junto ao governo é inserir o Brasil em um nível de competitividade mundial. A gente tem um custo que é desproporcional ao de outros países”, afirmou a presidente a Latam, Claudia Sender, em recente entrevista ao UOL.


A cobrança pela bagagem despachada é uma realidade nos principais mercados de aviação, como Estados Unidos e Europa. E não são somente as companhais de baixo custo que adotam a prática. Nos Estados Unidos, as taxas variam entre US$ 20 (R$ 68) e US$ 30 (R$ 102) para a primeira mala. Na Europa, o valor de apenas uma mala de 20 kg varia entre € 25 (R$ 91) e € 35 (128).
UOL

Economia| Pela 1ª vez em um ano, depósito em poupança supera saque

O volume de recursos que os investidores depositaram na poupança em novembro, já descontados os saques, somou R$ 1,881 bilhão, informou nesta terça-feira, 6, o Banco Central.

Foi o primeiro mês de captação líquida para a poupança desde dezembro do ano passado. Em novembro de 2015, a poupança havia registrado saque líquido de R$ 1,303 bilhão e, em outubro deste ano, saída líquida de R$ 2,712 bilhões.

Em 2016 até o momento, em função da crise econômica, que faz as famílias recorrerem aos recursos da poupança para fechar as contas, foram verificados saques líquidos em todos os meses, com exceção de novembro: R$ 12,032 bilhões em janeiro, R$ 6,639 bilhões em fevereiro, R$ 5,380 bilhões em março, R$ 8,246 bilhões em abril, R$ 6,592 bilhões em maio, R$ 3,718 bilhões em junho, R$ 1,115 bilhão em julho, R$ 4,466 bilhões em agosto, R$ 2,352 bilhões em setembro e R$ 2,712 bilhões em outubro.

No mês passado, de acordo com o BC, o total de aplicações foi de R$ 169,774 bilhões e o de saques, de R$ 167,892 bilhões.

O estoque do investimento na poupança está em R$ 650,260 bilhões, já considerando os rendimentos de R$ 4,039 bilhões de novembro.

O desempenho em novembro foi inflado pelo pagamento da primeira parcela do 13º salário, que é feito pelas empresas até o dia 30.

Foi justamente o dia 30 de novembro que registrou o maior volume de recursos entrando na poupança: R$ 6,164 bilhões líquidos.

No acumulado do ano, porém, a deterioração da caderneta se dá por conta da piora do cenário econômico, com a alta da inflação e do aumento do desemprego.

Além disso, outros investimentos se tornaram mais atrativos ao apresentarem rentabilidade maior.


A remuneração da poupança é formada por uma taxa fixa de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR) – esse cálculo vale para quando a Selic (a taxa básica de juros) está acima de 8,5% ao ano. Atualmente, ela está em 13,75% ao ano.
Exame