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Cão mais caro do mundo vale R$ 605 mil; saiba por quê

Fonte: Istoé  Foto: Reprodução/Redes Sociais/Julian Montoya

 

Um bulldog francês é o cachorro mais valioso do mundo. Estima-se que o cão, apelidado de Rope Daddy, equivale a uma quantia de 95 mil libras esterlinas (cerca de R$ 604,1 mil). O tutor do animal é o colombiano Julian Montoya, responsável pela reprodução da raça, que declarou gastar R$ 20,9 mil anualmente apenas na dieta do pet. As informações são do The Sun.

Apesar de parecer um bulldog normal, a pelagem creme, os olhos dourados e as enormes bochechas garantem uma estética “Big Rope”. Por ter uma cabeça quadrada, um corpo musculoso e rugas acima do nariz e entre os olhos, o cachorro se torna mais valioso.

O “físico” do pet é mantido com uma dieta de carne crua, vegetais e iogurte grego, além de um custo com vitaminas e suplementos de saúde, o que equivale a um gasto mensal de 275 libras esterlinas (equivalente a R$ 1,7 mil).

O animal é fruto de um cruzamento selecionado para que tivesse os traços físicos mais adequados à estética Big Rope, tipo mais procurado no mundo. Entretanto, muitos especialistas são contrários a tal prática, já que ela contribui com o aumento de problemas de saúde nos animais.

Os cuidados com Rope Daddy são compartilhados no Instagram de Julian Montoya. A página na rede social já alcançou sete mil seguidores. A dieta do cachorro contribui para que os seus dentes e unhas estejam sempre limpos, além de uma pelagem descrita como macia e brilhante.

O animal conta com uma orelha comparada às de morcegos, característica da raça, além de ser avaliado como “amável” e de “temperamento equilibrado”, sendo o ideal para interação com outros cachorros e crianças. “Em adição, seu tamanho ‘compacto’ o torna mais adaptável ao contexto urbano”, explicou Julian Montoya.

Apesar de ter uma aparência que o torna mais valioso, o Rope Daddy é consequência de um cruzamento muito questionado por entidades de defesa de animais. O método gera pouca diversidade genética nos cachorros, o que aumenta a probabilidade de câncer e cegueira, além de doenças hereditárias.



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