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Mato Grosso| Mais de 2,5 mil armas de fogo são retiradas de circulação no Estado

Do SespMT
Durante todo ano de 2017 foram retiradas de circulação 2.682 armas de fogo em todo estado. Os números foram divulgados pelo governador Pedro Taques e o secretário de Estado de Segurança Pública, Gustavo Garcia, nesta quinta-feira (18.01), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá.  
O resultado é reflexo da atuação da Secretaria de Segurança Pública, por meio das forças de segurança, que realizou significativas apreensões de armas de fogo, atuando de modo firme na preservação da ordem pública. Do total de armas apreendidas, podem ser destacadas as de alto poder de destruição, como fuzil (15) e submetralhadora (05).
Acompanhando a tendência de crescimento registrado em 2017, foram 1.007 espingardas e 348 pistolas apreendidas. Em 2016, foram 903 espingardas e 287 pistolas - que comparado de um ano para outro somam 161 armas a menos em poder da criminalidade. A apreensão de revólveres fechou em 1.271.
O secretário Gustavo Garcia destaca que o fuzil é uma arma de guerra nas mãos de criminosos, mas que o trabalho da inteligência tornou as apreensões mais eficientes. “A captura de armamento pesado aumentou consideravelmente no ano passado e continuamos no encalço da criminalidade”.
A delegada geral adjunta Silvia Maria Pauluzi, destaca que o combate ao tráfico doméstico favoreceu as apreensões das armas de fogo. “O trabalho intenso nas bocas de fumo, barreiras e abordagens tem favorecido e muito para o bom resultado”.
O comandante em exercício do 1º CR de Cuiabá, tenente-coronel PM Dalton Luiz Magalhães, referente ao número de apreensões de armas na capital, atribui o resultado ao trabalho em conjunto por meio das operações Bairro Seguro. “Boa parte das apreensões tem armas entre os objetos ilícitos. Intensificar essas operações este ano irá favorecer no bom resultado”.
O comandante regional de Várzea Grande (CR2), coronel PM Alessandro Ferreira da Silva, destacou o trabalho de integração entre PM e PJC para o bom resultado na retirada das armas de circulação.  “Somamos as ações preventivas, abordagens, trabalho de inteligência, logo o resultado são menos armas com a criminalidade”.